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Sobre o Sistema de Informação de Marketing, segundo Kotler
Posted by annie in Atendimento, Web on 28 de setembro de 2009
A utilização do Sistema de Informação de Marketing para segmentação, relevância e mensuração.
As Mídias Sociais estão cada vez impactando mais nas pesquisas de marketing, substituindo, muitas vezes, algumas ferramentas tradicionais.
Muito tem se falado sobre marketing digital, virtual, viral etc. Mas, inúmeras vezes, as empresas simplesmente querem promover seus produtos e serviços? onlline o mais rápido possível e acabam pulando etapas importantes. Como consequência, veem suas marcas completamente expostas.
A utilização da internet como canal para aumento de receita deve começar muito antes de campanhas e promoções. O levantamento de informações disponíveis e relevantes para a empresa é o primero passo a ser dado para que decisões gerenciais sejam corretamente tomadas. E, no amplo estudo do marketing, este processo é chamado de S.I.M..
De acordo com Kotler, o Sistema de Informações de Marketing (S.I.M.) é uma “estrutura contínua e interagente de pessoas, equipamentos e processos, que congregam, classificam, analisam, avaliam e distribuem as informações convenientes, oportunas e corretas para uso dos responsáveis pelas decisões de marketing, para incrementar o planejamento, a implementação e o controle de marketing”.
Para se diferenciar da concorrência, é necessário um conhecimento profundo de seu mercado. Saber o que os consumidores desejam (antes mesmo deles tomarem consciência do seu próprio desejo). Nesse estudo, a internet possibilita a melhor compreensão da linha de pensamento dos consumidores.
A internet está, de fato, impactando o S.I.M. e trazendo uma velocidade sem precedentes ? informação. Consequentemente, as decisões gerenciais assumem o mesmo ritmo. Para usufruir da era virtual, é vital ter iniciativas focadas em segmentação, relevância e mensuração.
E não há mais como falar em internet, sem incluir as mídias sociais. Muitas companhias já consideram ossites de relacionamento como uma extensão de seu serviço de atendimento ao cliente. Não adianta apenas ter uma idéia, promovê-la e esperar que o cliente compre produto. ?? preciso interagir com esse consumidor.
A pesquisa sobre o monitoramento da marca/empresa e saber o que estão comentando dela são exemplos de apoio que as mídias sociais podem fazer ao S.I.M.. Mas as redes sociais estão preparadas para o mercado corporativo?
Veja abaixo alguns comentários sobre as mais utilizadas por empresas no país:
Orkut - ainda com recursos limitados para atingir a expectativa das empresa em termos de captação de informação de qualidade. Motivos: comunidades não podem anexar vídeos, não é possível assinar uma comunidade por RSS.
Facebook - excelente para uso corporativo. Motivos: As comunidades divulgam conteúdo relevante com fotos e vídeos e a separação das discussões, nos fóruns, das mensagens individuais, nas? walls (que se assemelham aos? scraps), ajuda o usuário a clicar no conteúdo que melhor lhe convém. ?? possível ainda enviar perguntas, os perfis permitem a inserção de vários links, e todos têm acesso ? s atividades (ouupdates) de cada um dos seus contatos, criando uma noção mais “real” do que é uma rede social de relacionamento.
Twitter -? feedback instantâneo, divulgador de trabalho, uma espécie de jornal diário, pois nele se tem notícias focadas naquilo que se quer saber, como idéias e outros links importantes.
YouTube - Através de vídeos com propagandas (que as pessoas podem espalhar o conteúdo e até colocar em seus sites), e contato interativo com os consumidores, é possível levantar os principais problemas e dúvidas dos consumidores e criar um ou mais vídeos explicativos que possam facilitar a utilização dos produtos e solucionar problemas. Isso pode ajudar a reduzir custos. Além disso, disponibiliza vídeos em celulares, otimizando o processo de comunicação.
Blogs - Resposta excelente do mercado, mas exigem alguns cuidados como: pessoas dedicadas dentro das empresas, dinâmismo (aguçar a curiosidade do cliente para conhecer a marca), poucas propagandas, postagem regular.
Maiores mídias sociais de 2008:
1. Blogger (222 milhões)
2. Facebook (200 milhões)
3. MySpace (126 milhões)
4. Wordpress (114 milhões)
5. Windows Live Spaces (87 milhões)
6. Yahoo Geocities (69 milhões)
7. Flickr (64 milhões)
8. hi5 (58 milhões)
9. Orkut (46 milhões)
10. Six Apart (46 milhões)
Fonte: ComScore Inc.
Hoje em dia, esse é um assunto presente na pauta dos executivos do mundo todo. O “novo”, ou talvez “mutante” consumidor atual, que tem acesso a toda e qualquer informação disponível e extremamente digital vem desafiando as empresas. E não é para menos.
Veja abaixo a comprovação desta mudança e o perfil de cliente que exige a adequação do S.I.M. ? realidade virtual que nos encontramos.
-? Em 2010, a geração Y vai passar em números os? baby boomers.
-? 96% deles se associaram a uma rede social
-? A mídia social ultrapassou a pornografia como atividade nº1 da internet.
- 1 em cada 8 casais se casaram nos EUA no ano passado se conheceram via mídia social.
-? Para chegar a 50 milhões de usuários, o Rádio levou 38 anos, a TV, 13 anos, a Internet, 3 anos,
-? O Facebook atingiu 100 milhões de usuários em 9 meses.
-? Se o Facebook fosse um país, ele seria o 4º do mundo.
-? 80% do uso do twitter é através de aparelhos móveis (imagina o que isso significa para uma má experiência de um consumidor).
-? As gerações Z e Y consideram o? e-mail fora de moda.
-? YouTube é a segunda ferramenta de busca no mundo.
-? Estudos mostram que o Wikipedia é mais preciso que a Enciclopédia Britânica.
-? Existem mais de 2 milhões de Blogs e, 54% dos blogueiros? postam ou? twitam diariamente.
-? 34% dos blogueiros postam opiniões sobre marcas e produtos.
-? 25% das buscas das marcas Top 20 do mundo são de conteúdos de links criados por usuários.
-? 78% dos consumidores confiam em recomendações.
-? Apenas 14% acreditam em propaganda.
Com base nestes dados, as tendências são claras:
1. As pessoas não vão mais procurar por notícias. As notícias é que vão encontrar as pessoas.
2. As pessoas não vão mais procurar por produtos ou serviços. Eles é que vão encontrar as pessoas através das mídias sociais.
Maior roda de chimarrão
Participe da? Maior roda de chimarrao patrocinado pelo Banrisul.
Revista Meio Digital
Pessoal, a revista Meio Digital que sai impressa obviamente tem sua edição virtual e pode ser lida na íntegra.
A edição do mês traz ótimasss matérias, vejam lá:
http://meiodigital.digitalpages.com.br/home.aspx?edicao=11
RSS :?:
Hoje em dia ouvimos falar bastante de RSS, e encontramos ele em quase todas as ???páginas de notícias???, embora muitos não conheçam o que é, nem o que faz…
RSS - O Real Simple Sindication (RSS), é um formato de distribuição de informações pela Internet, como notícias. Ao usar RSS, você fica sabendo imediatamente quando uma informação do seu interesse é publicada, sem que você tenha de navegar até os sites de notícias.
O RSS é bem utilizado pela comunidade dos blogs para compartilhar as suas últimas novidades ou textos completos. O RSS é usado agora para muitos propósitos, incluindo marketing, bug-reports, e qualquer outra atividade que envolva atualização ou publicação constante de conteúdos.
Samuel
Search marketing: e a mídia online funciona melhor a partir da offline…
Search. O patinho feio do Marketing…que é essencial.
?? cada vez mais comum entre os anunciantes o enaltecimento do marketing digital para suas marcas. Durante o evento Search Marketing Expo (SMX), que aconteceu nessa última terça-feira, 4, em São Paulo, ficou claro ainda que a maioria das estratégias passa por um marketing de buscas eficiente que, em geral, são fortemente interligados com ações veiculadas nos veículos offline.
?
Segundo pesquisa realizada pela iProspect e citada por Erica Schmidt, diretora global de pesquisa da Isobar, 67% das buscas feitas pela internet são oriundas de impacto causado pela mídia offline.?
De acordo com Marcelo Sant’Iago, diretor da MídiaClick, além da mescla necessária entre on e off, é cada vez mais necessário que se atente para a integração dos variados canais online. “Fazer a conexão on com on é essencial para que se consiga trabalhar o Search Marketing de maneira mais interesante e com ainda mais conversão”, acredita.? ?
Para se ter uma idéia, apenas nos Estados Unidos, o Search movimentou, em 2008, cerca de US$ 10,5 bilhões e, no Brasil -? com base nos dados divulgados pela revista Exame -? apenas o Google faturou cerca de US$ 450 milhões com venda de links patrocinados e publicidade no mesmo período.?
A força do setor foi confirmada pelos anunciantes presentes no evento. Carlos Alves, head digital marketing do HSBC, contou que cerca de 60% do tráfego registrado no site da instituição são provenientes dos endereços de buscas.?
“Não dar importância para o search marketing é negar a capacidade de estabelecer um diálogo com o consumidor. Hoje trabalhamos com ferramentas de precisão cirúrgica pelas quais conseguimos definir perfis atitudinais com hábitos de consumo e informações fundamentais para garantir bons investimentos”, disse.? ?
Já Marcio Orlandi Júnior, gerente sênior de internet da Natura, foi categórico ao afirmar que o retorno sobre investimentos com Search é bastante alto e não ? toa são investidos cerca de 10% de toda a verba para digital apenas em links patrocinados. “Também estamos testando internamente a integração das buscas em redes sociais e estamos vendo resultados. Para a Natura é importante estabelecer diversos pontos de contato, já que o relacionamento é a essência do nosso negócio”, adiantou Orlandi Júnior, que, inclusive, já colocou a marca de cosméticos no? Twitter.
(fonte Meio e Mensagem)
SEMINÁRIO DE BLOGS
Pessoal,
Já que tem um passarinho fofoqueiro que fica contando pra Annie que não postamos aqui, vai um post… (Mas, ô passarinho, não é falta de vontade não!)
?? um curso que achei interessante na Feevale, na verdade um seminário sobre blogs, redes sociais e comunicação digital e seus impactos sociais.
Quem tiver tempo e verba para investir:
3º SEMINÁRIO DE BLOGS, REDES SOCIAIS E COMUNICA????O DIGITAL
O que é TI Verde?
Posted by annie in + Brainstorm, Web on 3 de agosto de 2009
O que é TI Verde?
Pablo Hess, editor da Linux Magazine, explica como sua empresa pode? tratar? TI Verde? de maneira estratégica e eficiente.
A área de Tecnologia da Informação (TI) pode representar uma das principais ferramentas para a ecologização de uma empresa. Pensando nisso, buscamos abordar as preocupações ambientais e necessidades de executivos e gestores de tecnologia da informação, abrangendo tópicos tais como a eficiência energética, redução e eliminação de materiais perigosos e gestão de ativos.
Começamos por uma entrevista exclusiva com Pablo Hess, biólogo e editor das revistas de tecnologia Linux Magazine e Easy Linux. Na união dessas duas áreas, Hess busca tecnologias com o maior efeito sobre a produtividade e o menor impacto sobre o meio ambiente.
Agenda Sustentável: O que é exatamente TI verde?
Pablo Hess:? TI verde é um conjunto de práticas para tornar mais sustentável e menos prejudicial o nosso uso da computação.
Não é novidade alguma o fato de atualmente dependermos profundamente dos computadores para nossa vida, nosso trabalho e nosso bem estar. Comprar de tudo via Internet não é luxo, mas hábito estabelecido de muita gente. Porém, tudo isso depende de diversos computadores
operando no “meio do caminho”.
As práticas da TI verde buscam reduzir o desperdício e aumentar a eficiência de todos os processos e fenômenos relacionados ? operação desses computadores “no meio do caminho”.
AS: Dê um exemplo, por favor.
PH:? O exemplo mais palpável é a redução do consumo de energia. Hoje, após muita pesquisa e desenvolvimento, os microprocessadores realizam mais operações gastando menos eletricidade do que faziam há quatro anos. Com essa redução do consumo, diminui também o calor gerado por essas máquinas.
Imagine um data center, um grande salão com centenas de computadores empilhados em racks, cada um desperdiçando alguns Watts de eletricidade sob a forma de calor. Esse calor precisa ser resfriado por um sistema de ar-condicionado, que por sua vez também gasta muita energia. Diminua o calor gerado por máquina e os gastos com resfriamento também caem significativamente. São duas economias de uma só vez.
AS: Como o mercado de TI está se comportando quanto a esse assunto?
PH:? A adoção das práticas de TI verde jamais foi tão difundida quanto hoje. Além dos fortes investimentos em gerenciamento de energia, todas as outras práticas estão cada vez mais presentes no discurso de venda das empresas.
A tradicional listagem “Top 500″, que expõe semestralmente os 500 supercomputadores mais poderosos do planeta, agora tem seu contraponto na “Green 500″, que mostra os 500 supercomputadores energeticamente mais eficientes. Na quinta e última lista “Green 500″, os 13 primeiros colocados são mais eficientes que o primeiro colocado da primeira lista, feita em 2007.
AS: Quais outras práticas compõem a TI verde?
PH:? Além da redução de consumo, temos a virtualização, que aumenta drasticamente a eficiência dos processos computacionais. As soluções de virtualização já se tornaram parte obrigatória do portfolio de todas as grandes empresas de TI. Naturalmente, com o valor da virtualização tão alto, rapidamente os principais fabricantes de softwares de virtualização foram adquiridos por grandes empresas.
Em relação ? fabricação de computadores, já existem vários modelos ? venda que alegam não utilizar metais pesados em sua fabricação. Os fabricantes mais antenados estão abandonando os plásticos e metais em troca de materiais naturais: há modelos de laptops com gabinete feito de fibras de bambu e madeira, por exemplo.
E por último, o software também participa disso. Os programas têm avançado significativamente em relação ? otimização do processamento, de forma a realizar menos operações para efetuar cada tarefa, ou simplesmente realizá-las todas de uma vez para manter o processador em modo de economia de energia por mais tempo. Os softwares desenvolvidos de forma colaborativa, chamados de softwares livres, naturais ou orgânicos, têm crescido constantemente, e são a última palavra em otimização.
?
Fonte:? Agenda Sustentável
HSM Online
22/07/2009
Karina comenta Pegada no seu blog!
Pessoal, vejam que legal o post da Karina: http://bloglog.globo.com/karinabacchi/
(e a gente tentando que a Isis publique um mísero post sobre Mississipi…)
PONTOS PRA KARINA!!!
Vcs já conhecem o Hunch?
http://www.hunch.com
???De forma simples e direta, o Hunch é uma mistura de site de perguntas e respostas com um sistema de recomendação de conteúdo. Foi criado por Caterina Fake, eleita uma das 100 pessoas mais influentes no mundo pela revista TIME e cofundadora do site de fotos Flickr.
Para fugir do tradicional estereótipo de site de perguntas e respostas (estilo Yahoo! Respostas) e mostrar o lado mais prático da tecnologia, o Hunch tem como mote o fato de ser uma ???ferramenta que ajuda você a tomar decisões???. Para isso, o site trabalha em cima do conceito de ???árvores de decisão???.
Na prática, funciona assim. Você está na dúvida sobre qual celular comprar. Você vai a busca do Hunch e digita ???celular???. ? Aí vem a pergunta. ???Qual o melhor celular para mim????. Você clica na questão e começa a responder diversas perguntas pessoais sobre como usa o telefone e seus gostos (imagem abaixo). A partir das suas respostas, o Hunch recomenda o ???melhor celular para você??? ou ???os melhores celulares para você??? (o site fornece um ranking de possíveis opções)???
Eu que sou indecisa já estou lá e achei divertido, mas tem uma hora que cansa… Vale a pena brincar, vamos ver se o negócio vinga!
Bjs
Annie
Dúvidas sobre web parte 2: o que é um Widget
Widget
Um widget é um componente de uma interface gráfica do utilizador (GUI), o que inclui janelas, botões, menus, ícones, barras de rolagem, etc..
Outro emprego do termo são os widgets da área de trabalho, pequenos aplicativos que flutuam pela área de trabalho e fornecem funcionalidade específicas ao utilizador (previsão do tempo, cotação de moedas, relógio, …)
Alguns widgets tem por objetivo receber dados do usuário e com isso gerar algum tipo de registro, como os controles de formulário. Componentes como entrada de texto, caixa de seleção, menu de seleção, botões de múltipla escolha e outros são capazes de definir a natureza dos dados a serem coletados, e dessa forma enumerar todas as possibilidades de dados a serem apresentados pelo usuário. Entradas de texto melhor representam dados aleatórios, ao passo que menus de seleção e grupos de botões de múltipla escolha determinam um conjunto finito de possibilidades para o usuário.
Afirma-se que o termo widget é uma derivação da junção de duas palavras inglesas, “window” e “gadget“, porém isto é improvável. A primeira ocorrência desta foi encontrada em Beggar on Horseback (1924), uma peça escrita por George S. Kaufman e Marc Connelly. A peça se refere ? protagonista que vivencia a dúvida entre ser um artista, com pouco ou nenhum retorno financeiro ou trabalhar em uma linha de produção de widgets, em que o autor se referencia claramente a objetos inanimados com um valor puramente mercantil e sem nenhuma ligação espiritual ou artística.

